
Subjgado interior
ao amor não
correspondido, escondido.
Um borrado desejo sensual
que corta as arestas
tontas da alma.
A prepotência superficial
na abastada e mórbida
paixão incessante.
Então que seja
o fim, para não ter que....
terminar.
Postado por: Fábio Antonio Filipini, Inspiração na Obra Judith, de Gustav Klimt
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